Quinta-feira, Janeiro 08, 2009
Considerem-me boba, idiota ou estúpida, mas eu simplesmente acho que algumas discussões são desnecessárias. Desgastantes pra nada. Há quem adore debater e discutir todo e qualquer assunto, mas eu não. Eu simplesmente aceito que todos somos diferentes e cada um tem sua opinião e seu jeito de pensar. Acho que na verdade não sou narcisista e egocêntrica a ponto de querer convencer as pessoas de que minha opinião, meu ponto de vista, é o correto. Gente, o mundo é lindo, os pássaros voam, everybody is free! Por que eu, Juliana, vou ficar tentando convencer as pessoas de que o que eu penso é a verdade? Pra quê, mon dieu de la vie? Perda de tempo. Não que eu deixe de ouvir, pois eu sempre escuto tudo o que me dizem. O negócio é selecionar o que se ouve e pronto. Não é simples?
Pensamentos legais? Ok, amigo, achei o máximo o que você falou! Lindo, divino (o que não significa que eu vá dizer isso pra você). Pensamentos (considerados por mim) absurdos? Alou, queridonnn, te acho uma anta, mas também não vou te dizer. Posso até rir da sua cara por dentro, nos meus momentos mais cruéis, mas EU NÃO VOU FICAR DISCUTINDO.
É simples, é minha verdade. Eu não gosto de discutir. Eu odeio debates filosóficos. Não gosto desse negócio minha opinião versus a sua, não gosto e eu sou assim. Pode insistir, me virar de cabeça pra baixo, me estapear e etc, etc, mas eu realmente não sou o tipo de pessoa que gosta de passar 200493049304 minutos falando sobre o mesmo assunto, quando sei que não vou chegar a lugar nenhum com isso. Podem dizer que vou crescer, amadurecer, mas NÃAAAAAAAAAAAO, eu NÃO VOU DISCUTIR, porra! Não gosto, não quero, não vou, você não me força e boa noite, porque eu vou ler um livro, ouvir uma música, ver um vídeo, enquanto você fica aí, tentando criar debates mirabolantes sobre o movimento de rotação.
This is the way it is, baby.
juliana | 2:52 AM |
Quarta-feira, Novembro 19, 2008
Acho que estou voltando a ser chata, grossa e impaciente.
juliana | 1:47 AM |
Quarta-feira, Novembro 12, 2008
Surtar é necessário.
Chorar até doer a garganta e os olhos ficarem tão inchados que mal podem ser vistos por outra pessoa. Gritar, espernear, arranhar os próprios braços e morder o travesseiro. Ausentar-se de tudo, trancar-se no quarto por horas. Refaço minha frase e digo que surtar não é necessário, é inevitável. Passar um dia inteiro entregue à tristeza, recluso num canto, é inevitável. Acontece com todo mundo em algum momento da vida, ou em vários momentos. A dor é horrível, sofrível, mas ao mesmo tempo traz um alívio imenso. Colocar a angústia pra fora e sentir só a tristeza e a dor é bem mais reconfortante. Entristecer-se dói, mas acredito que quando existe tristeza, existe em algum canto a quase certeza de que ela vai embora em algum momento, seja lá quando for. E quando existe angústia... a gente não sabe nem direito o motivo, não sabe se vai conseguir estourar em algum momento e não sabe também se vai passar. E aí surgem duas angústias: a do problema, a primeira, e a de não saber se essa primeira vai passar.
Eu prefiro ficar triste a angustiada. É quase absurdo dizer isso, mas tristeza me consola, de alguma forma. Quando eu me sinto triste, eu posso ficar feliz depois; quando me sinto angustiada, não.
Mas será que passa mesmo?
Eu não vou reler esse post antes de publicar. Na verdade, eu nunca releio os meus posts, porque das poucas vezes em que fiz isso, veio o arrependimento de ter escrito ou postado. Então que se falta uma palavra ou uma letra em alguma frase, whatever.
juliana | 8:05 PM |
Não fale nada. Não se expresse demais. Não diga sempre o que pensa. Não demonstre sempre suas opiniões. Não seja como gostaria que fosse. Não aja como gostaria de agir. Não use muitas palavras. Não fale alto demais. Não ria tanto, não gesticule exageradamente. Não seja aquilo que está dentro de você. Esconda-se, cale-se, pense e não fale. Fique quieta no seu canto e ninguém terá o que dizer. Silenciosa e imparcial, sempre, assim você deve ser. Não sofra com opiniões alheias. Não seja você.
juliana | 2:23 AM |
Segunda-feira, Outubro 13, 2008
E vai se foder, mundo.
Poxa, como é revigorante dizer isso num momento de fúria.
juliana | 11:59 PM |
Quarta-feira, Agosto 27, 2008
Eu tenho alguns sonhos, mas confesso, eles são BEM consumistas.
Na verdade, o meu primeiro e maior de todos é, me formar, ter um EMPREGO em que eu esteja feliz comigo e ganhando dinheiro! Gente, isso não é a coisa mais maravilhosa que alguém pode ter na vida? Pois é, eu sonho muito com isso, todos os dias.
E então... Quando eu tiver ganhando dinheirinhos, eu vou finalmente poder ser MUUUUITO mulherzinha e sair comprando tudo que tenho vontade, pra ficar gatchenha e bem cuidada!
Poder ter um cartão de crédito, vir na net e fazer minhas comprinhas de makes em sites internacionais (porque sai muito mais barato, MUITO)...
Ter um dia SÓ meu, pra ir pro salão, fazer barba-cabelo-e-bigode HAHAHAHAHA (ok, cabelo, unhas e pele)...
Ter mais um diazinho, de vez em quando, pelo menos uma vez por mês, pra ir pro shopping, entrar em algumas lojas e comprar as roupas e sapatos que (gente, não vão ser tantos assim, por favor, né?) eu QUUUUUUEEEEEEEERO, sem ter que pedir pra mamãe, pro papai, pro namorado, ou economizar mesada por uns meses...
Bom, são esses meus sonhos consumistas. De vez em quando posso me dar ao luxo de realizar algumas dessas ações, mas é mais pra de vez em nunca do que quando. E fico tão bem! Eu me sinto cuidando de mim, praticando minha vaidade feliz e saltitante!
É claro que eu tenho mais sonhos consumistas, mas os outros são um pouquinho mais difíceis de conseguir. Esses daí eu sei que, daqui a alguns anos, quando formada for e dinheiro tiver, realizarei SEM PENA!
Definitivamente, eu adoro ser mulher! Tirando as tpms, eu adoro LOUCAMENTE! Há!
juliana | 10:02 PM |
Terça-feira, Agosto 19, 2008
As criaturas são estranhas.
As pessoas são, as criaturas são, eu sou estranha. Um ser que passa 6 meses desejando férias, CHORA uma noite inteira porque vai ter uma disciplina de férias (obrigatória, porque estudo na ufma, e lá você tem cadeiras de férias, que deveriam ser OPCIONAIS, mas são obrigatórias... Isso é, se você não quiser atrasar o curso e se formar em 2050), e quando finalmente tem 15 diazinhos (na verdade eram só 7, mas eu me dei mais uma semana :P) fica entediada... é definitivamente uma pessoa-criatura-estranha.
Gente, como pode uma pessoa ser assim? Tudo bem que acabei de fo**r com a minha coluna (tenho medo do meu irmão descobrir meu blog e ler palavrões por aqui, ele é um guri), já que passo 12 horas deitadas + 10 na cadeira do computador + 2 malhando (hohohoho, marombas). Era ÓBVIO que minha dor na coluna ia voltar com força total, mas eu sou teimosa, eu sou teimosa, eu sou teimosa. E aí minha vontade de estar de férias acabou. Mas a minha vontade de ter aulas não voltou. Que complexo, não?
O que fazer, senhores? É um diadema, como diz meu namorado.
juliana | 5:41 PM |
Sexta-feira, Agosto 08, 2008
Até hoje não sei se gosto ou não da nostalgia. Às vezes acho um sentimento gostoso, que me faz pensar "nossa, que bom que isso tudo já aconteceu na minha vida". Outras, como agora... é uma merda. Total. Um cu. Diaxo, por que eu sinto essas coisas?
Me dá saudade de tanta gente, tanta coisa, tantos momentos. Me dá vontade de chorar de saudade. Das pessoas, dos momentos, de tudo. E aí eu fico me perguntando o motivo de mesmo eu amando tanto, existir distância. Por que a gente não fica pra sempre junto de quem a gente gosta? Todo mundo. Todo mundo com quem a gente já conviveu e adorou. Se tudo foi tão maravilhoso, por que tanta coisa deixa de se manter?
E não adianta virem me dizer "é o ritmo da vida... as coisas têm que caminhar". Vão à merda todos os que disserem ou pensarem isso. Não sou obrigada a aceitar distância, saudade, nem porra nenhuma. Podem dizer que o que é de verdade não acaba. Podem dizer que os sentimentos ficam eternizados. É tudo muito bonito e poético, mas eu sinto falta. Eu sou humana, eu sinto saudades, eu queria manter algumas coisas como eram, eu queria a presença constante de algumas pessoas (como já tive um dia).
Tá vendo? Agora eu odeio nostalgia. É uma merda.
juliana | 12:24 AM |
Segunda-feira, Junho 16, 2008
O problema é que sempre abuso de layouts de blogs. Dos meus, é claro.
No momento não suporto ver esse preto todo por aqui, parece que tá tudo escuro e obscuro demais. Precisa dar uma iluminada, sabe? Vida.
Mas eu há muitos anos não passo horas e horas (essa explosão de palavras que remetem ao tempo numa mesma frase ficou estranhíssima, mas whatever) no photoshop editando fotos e fazendo layouts, então que esqueci muito do que sabia. Além disso, há o fator preguiça, que me impede de agir, e então permaneço aqui, inerte. Entro, vejo esse fundo preto sugando minhas energias, perco a vontade de escrever, não consigo achar um layout que preste e aí... Não escrevo.
Alguém me dá uma dica de layout shop BOM pra eu fuçar?
Cara, a vida é o tempo todo feita de ups and downs. Outro dia eu falei uma coisa pra uma amiga minha e ela me respondeu isso, de um jeito interessante. Falei que tinha a superstição de nunca dizer que tava tudo muito bem comigo (mesmo quando eu sentisse que sim) porque sempre que eu fazia isso, 5 minutos depois aparecia uma merda pra desfazer minha frase feliz. E então ela disse que também nunca dizia que tava tudo muito bem, mas que realmente as coisas são assim, ups and downs, um minuto é perfeito, o próximo é um desastre e depois dele talvez venha um outro melhor. O difícil é se acostumar com a idéia de que isso pode sim acontecer. Palavras são simples, ações exigem muito mais.
Aos poucos que lêem isto aqui, perdoem a minha ausência. I'll be back (que nem o exterminador do futuro)!
juliana | 12:39 AM |
Segunda-feira, Março 31, 2008
Eu não gosto de palavras rebuscadas, textos enfeitados, com frases e expressões que, aparentemente, são tão bonitas e inteligentes que nos forçam a parar pra pensar e, no fim, acabos nos achamos um pouco mais burros, porque descobrimos que não entendemos nada. Acho que tudo que é mais simples e objetivo é mais bonito e inteligente. Pra que descrever os fatos com 10 folhas se eu posso me fazer entender com 5 palavras? É tão óbvio.
Essas embromações são detestáveis, pseudo-intelectuais. E como eu vivo dizendo: eu odeio pseudo-intelectuais.
juliana | 8:42 PM |
Sábado, Março 22, 2008
Ser mulher é uma coisa estranha e terrível em alguns momentos; em outros, é tão maravilhoso!
Veja só como somos esquisitas. Sangramos uns 7 dias todo mês (algumas jorram cachoeiras vermelhas pela kekeca, tipo eu) e não morremos de hemorragia... Temos um troço chamado tpm que, não, não é frescurite de mulher, é real, dói, machuca, angustia... Mini-crises depressivas vêm e vão todo mês, que maravilha, não? Ah, e nós inchamos antes da super cachoeira sanguinolenta começar a jorrar, inchamos horrores! Peitos duplicam e doem, barrigas de grávida-de-retenção-de-líquidos surgem e nós viramos aqueles bonequinhos da Michelin, só que mais feios ainda!
E aí, por tudo isso, ficamos tão tão tão chatas, irritadas, impacientes (e todos os adjetivos dolorosos que só mulheres sabem quais são) que nos transformamos em verdadeiras bruxas. Então, vem a linda cachoeira vermelha, nós desinchamos, desestressamos, desagoniamos e nos retransformamos em pessoas quase normais. Tudo isso em um único mês, 30 dias, minha gente, 30 dias! É simplesmente a transformação do cara do filme em Hulk todo mês, todo mês!
Ok, mas há o lado gostoso, o lado que me faz gostar de ser mulher (e das vaidosas). Passar de garota normal a super mulher maravilha com a simples colocação de saltos altos faz com que eu me sinta única; pintar meus olhos e boca com as cores que EU mais gosto, curvar meus cílios, rosas bochechas, olhar no espelho e me sentir boneca (mentira, gente, minha auto-estima não é assim tão presente pra eu ficar me sentindo linda toda vez que me olho no espelho arrumadinha) é tão bom, tão bom, que dá vontade de dizer "aham, papai do céu, obrigada, eu não sou homem e posso me enfeitar o quanto eu quiser."
Cara, e ter peitos? Que coisa linda é ter peitos! Houhauiahiuahuai. Quando eu tou de mal com o mundo eu escondo tudo até o pescoço, quando eu não tou inchaço puro eu mostro 1/10 deles e tenho sempre sempre sempre recheio entre o pescoço e a barriga. Que maravilha é ter peitos, não me sentir uma tábua de passar roupas e ainda poder usar sutiãs bonitinhos pra enfeitá-los.
Poder olhar cachorros e gatinhos em todo canto e berrar (quase miando) "oh meu Deus, que coisa fofa, gutchi gutchi, ownnnnn" sem acharem que sou viado, doida ou drag (só mulher e pronto, TCHARAAAM); ficar abraçada com alguém do mesmo sexo sem que isso seja motivo pra me taxarem de lésbica; ser enchida de mimos de vez em quando... La lá lá lá lá. Meu Deus, tem tanta coisa que me faz adorar ser mulher que se eu fosse escrever aqui gastaria no mínimo uns 10 dias...
[acho que eu escrevi tudo isso porque menstruei :P]
ps: passei um tempão sem postar porque o pc tava pifado.
juliana | 2:24 PM |
Terça-feira, Fevereiro 19, 2008
Eu choro em quase todo filme que vejo. Eu adoro comédias românticas. Adoro ver casais esquisitos ou engraçados se desentendendo e entendendo. Eu tenho medo de ir ao cinema sozinha. Adoro ficar de blusão em casa sentindo o vento entrar por todos os lados. Eu tenho mania de enrolar meu cabelo mais do que ele já é enrolado. Eu escrevo todas as noites na minha agenda, antes de dormir, e quando tou com muito sono eu escrevo "desculpe, agenda, mas eu preciso dormir". Eu prometo que vou fazer 1000 abdominais todo dia, mas eu nunca faço. Eu sou apaixonada pela minha mãe. Eu fico realmente muito chata na tpm, pensando sempre as mesmas coisas de todas as tpms, mas mesmo assim, em toda tpm eu penso "será que vou ficar assim, pensando essas coisas podres, pra sempre?". Eu costumo falar muito das pessoas que gosto. Odeio o meu cabelo e acho que meu nariz é uma bolinha. Eu fico possessa porque não tenho ninguém pra conversar em inglês comigo e saio assistindo filmes com a legenda em inglês pra me consolar. Adoro sombras e maquiagem, mas na hora de me arrumar pra sair, uso muito pouco. Eu gosto da Britney Spears, e fico todo dia torcendo pra ela ficar bem. Eu queria trazer todos os cachorros que vejo na rua pra minha casa. Eu queria ter um gato também, mas ele não iria gostar das minhas cachorras. Eu adoro sapatos, e um dia vou ter uma coleção gigantesca deles. Sempre penso mil coisas pra escrever e acabo não escrevendo nada. Eu amo, adoro, sou louca por fotografias. Eu sempre prometo que um dia vou ter a câmera que quero, o dinheiro que quero, e vou fazer os cursos que quero. Eu odeio fazer planos, mas faço. Às vezes eu me sinto muito sozinha. Quando eu era mais nova, costumava escrever poemas quando tava muito triste. Eu tive um hamster que foi meu melhor amigo. As minhas unhas são redondas, e eu as acho muito bonitinhas e femininas. Eu adoro observar o comportamento das pessoas (mal de estudante de psicologia?). Eu sempre faço caretas pro espelho. Gosto de dormir até meio-dia, almoçar e dormir de novo (se eu pudesse sempre...). Às vezes eu me sinto chata. Às vezes eu me sinto feia. Às vezes eu me sinto legal e bonitinha. Às vezes eu me sinto feliz.
juliana | 2:55 AM |
Sábado, Fevereiro 02, 2008
Depois de uma situação inusitada, chego à conclusão esquisita de que entregar-se ao fracasso não significa fracassar exatamente.
Se você é muito acostumado com vitórias e sucesso, o fracasso é um monstro, um medo, um perigo, uma assombração. Pior ainda se você não aceita a idéia de algo dar errado em algum momento da vida, porque quando, de fato, alguma sai do controle e a merda acontece, o peso que cai em cima das suas costas é muito maior. Portanto, repito novamente que penso que se expor ao fracasso não significa fracassar.
As pessoas (eu me incluo nisso) sabem que nada é perfeito, mas insistem em não aceitar isso.
Brilho, sucesso, sorrisos, elogios, vitórias... Quedas. Elas fazem parte da vida e são necessárias. Muito.
O que quero dizer com isso tudo é que aprendi na prática que a única solução pra gente aprender a não sofrer tanto quando algo ruim acontece é se expor às situações. Dar a chance pra possibilidade de algo dar errado. Não digo nem pra tentar aceitar que nem tudo dá certo, porque eu sei que na verdade ninguém aceita isso, nem eu, nem você e nem quem repete mil e duzentas vezes.
Acho difícil falar essas coisas todas sem explicar o que tá acontecendo, então, mesmo não gostando mais de falar da minha vida pra blogs, flogs, orkuts e etc, eu vou contar: eu vou reprovar numa cadeira na ufma. No fundo no fundo, vou reprovar porque quero, já que a decisão de não ir fazer a prova final é minha. Eu, no meu mundo nerd de provas e trabalhos sempre perfeitos, nunca pensei que algum dia eu pudesse chegar a ficar de prova final numa disciplina. Mas por que diabos eu pensava isso? Eu sou humana, não sou perfeita. Era muita pretensão achar que as coisas ficariam bonitinhas o tempo todo.
Apareceu um professor imbecil-filho-da-puta-mongol-careca-do-inferno, uma cadeira que tá no curso sem necessidade (já que a gente nunca vai usar pra nada), uma turma acomodada e deu nisso. Eu queria desistir na 2a nota ainda, como metade da sala fez, sei lá o motivo de ter continuado, só sei do resultado. E eu não vou fazer a prova final, vou procurar pra fazer em outro curso, com um professor aceitável. Não vou fazer porque eu não quero, e porque na verdade tou achando uma ótima situação pra aprender que todo mundo fracassa, inclusive eu.
Todo mundo falha.
Todo mundo falha, sim.
Mas ninguém aprende mesmo que pra falhar, basta estar vivo.
juliana | 1:14 AM |
Segunda-feira, Janeiro 07, 2008
Eu fico lendo alguns blogs de vez em quando, pela vida, e acho que algumas pessoas (pelo menos as que eu visito) escrevem tão bonitinho! Entendem o que é escrever bonitinho? Pois é, é isso mesmo. E o engraçado é que fico imaginando como elas falariam o que tão escrevendo, o tom de voz, as expressões faciais e coisa e tal, e é incrível, algumas escrevem exatamente como falam! Mesmo assim ainda é tão bonitinho... Definitivamente, eu não sei escrever coisas engraçadas, ou muito bonitas, ou muito profundas, tocantes, lições de vida, reflexões... Acho que meu eu-lírico é sério, muito sério. Muuuuuito sério. Quase sem graça, coitado. Ainda bem que nunca pensei em ser escritora, porque acho que eu venderia UM livro, pra mim mesma (claro, quem não pára pra reler certas coisas que escreve, quando não tem nada mais útil pra fazer?).
Meu eu-lírico não é criativo, não é bem-humorado e tem uma cara de bunda terrível, com óculos fundo de garrafa. Credo.
juliana | 2:09 AM |
Segunda-feira, Dezembro 31, 2007
Algumas coisas pra fazer antes de morrer:
Conhecer a Irlanda (e todos os lugares de lá que a Marian Keyes fala nos livros dela). Criar uma vaca. Criar um jumento. Viajar num navio. Fazer um curso de fotografia. Ter uma câmera fotográfica profissional. Fazer aulas de dança. Morar num apartamento.
...
depois eu continuo. ;)
juliana | 3:59 AM |